1º Festival de Artes Cênicas do Teatro Du Beco acontece na Casa da Música Sônia Cabral

Tem início, na próxima quinta-feira (24), o 1° Festival de Artes Cênicas do Teatro Du Beco, que contará com 12 espetáculos, sendo dez adultos e dois infantis. O festival acontecerá no Teatro da Casa da Música Sônia Cabral, em Vitória.
O projeto visa à promoção das artes cênicas, ao fomento da produção nas artes cênicas e ao reconhecimento dos artistas da cena local. Além disso, o festival vai proporcionar ingressos a preços acessíveis, fomentando a campanha de popularização ao teatro, intitulada “Campanha vá ao teatro”.
O valor do ingresso são R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). As entradas podem ser adquiridas na plataforma Sympla.
O projeto é uma realização do Teatro Du Beco Produções Artísticas, em parceria com o Centro de Apoio e Memória ao Circo do Estado do Espírito Santo.
Programação:
Local: Casa da Música Sônia Cabral, R. São Gonçalo - Centro, Vitória.
24 de abril (quinta-feira)
19h – Oncotô, Da Coletivo Teatro Arte Vida, de Venda Nova do Imigrante.
Escrita e interpretada por Margareth Maia, com direção de Verônica Gomes.
Conduz o público por uma jornada sensível e intensa sobre identidade, memória e pertencimento. Inspirada na pergunta "Onde estou?". A montagem mergulha nas raízes afetivas de uma mulher que revisita suas origens enquanto atravessa o turbilhão da modernidade. A narrativa costura poemas de Adélia Prado e Carlos Drummond de Andrade, entrelaçando lirismo e reflexão em um texto que ecoa saudades, rupturas e reencontros.
21h – Giros, Do Coletivo de Pesquisas e Artes da Cena.
Giros é uma peça solo que transita por lembranças de três gerações de mulheres da mesma família, revelando seus deslocamentos entre o Nordeste, o Sudeste e o Norte do Brasil, em busca de melhores condições de vida. O espetáculo propõe uma narrativa espiralar, em que o passado e o presente se encontram em uma cronologia própria, costurando a ficção e a vida cotidiana.
25 de abril (sexta-feira)
19h – São Tantas Cabeças, Do Grupo HB de Teatro, de Cariacica.
O monólogo marca os 40 anos de carreira de um dos atores mais atuantes do Teatro Capixaba, Hudson Braga. Escrita e encenada pelo ator, a peça tem texto inspirado na tragédia da peça Hamlet, de William Shakespeare.
Na história, o personagem dialoga consigo mesmo e com um interlocutor imaginário, supostamente um médico, e expõe as suas agruras, angústias e conflitos com o mundo atual. De teor psicológico e reflexivo, com traços naturalistas, a encenação faz-nos encarar a nós mesmos. Somos obrigados, juntamente com a personagem, a trilhar um caminho no qual nós reconhecemos como vítimas, mas também como algozes.
21h– Insanos, do Grupo de Teatro Insanos, de Cariacica.
Um Monólogo, encenado pelo Ator, Anderson Lima. Resultado de uma longa pesquisa, a peça mostra os devaneios de uma pessoa que sofre dos males da esquizofrenia. Suas ânsias de morte e seu desejo de ser Deus para salvar todo o mundo!
26 de abril (sábado)
16h – Espetáculo Infantil As Fantásticas Histórias Mágicas, da Passarim do Brasil, de Cariacica.
Um espetáculo que une Circo, Teatro, Música e Contação de Histórias, através de uma relação única e potente com todo o público. Com sua “Mala Mágica”, o Palhaço Passarim apresenta Histórias incríveis como a “Banana Bailarina”. Além disso, a apresentação traz números de mágicas cômicas e interativas, e uma parte dedicada a educação alimentar, informando de forma descontraída sobre a importância de uma alimentação saudável.
18h – Couro de Cabra e a Promessa, da Trupamba Cia Teatral, de Aracruz.
Livremente inspirado na cultura nordestina brasileira, Sob Dramaturgia e Direção de Rodrigo Paouto, o espetáculo conta a história de Couro de Cabra, “calango” sem eira nem beira, apaixonado por Celestina, filha única do Coronel Vitalino dos Virgulhão, em um conflito com nuances a lá Romeu e Julieta, do mundialmente conhecido poeta inglês William Shakespeare.
20h – O Cálice, do Grupo Teatral Corsários, de Vitória.
Primeiro, Segundo e Terceiro estão aprisionados. Eles entram em conflito após se tornarem imortais e travam um embate verbal e físico diante do Cálice, artefato de grande poder que lhes deu a vida eterna. Os três tecem uma história conduzida em desespero, obediência, loucura e êxtase, até que possam decidir pela aceitação ou negação do poderoso objeto.
21h– As Malas Que Carrego, da JC Produções, de Vitória.
O funcionário prepara o cenário para apresentação do espetáculo, colocando as palavras e comentando o que cada palavra representa e em qual mala deverá ficar. No meio da conversa fala do seu relacionamento com o patrão, conversando com o público, deixa uma palavra em cima da mesa para o patrão resolver. Retrata o cotidiano e as malas que carregamos.
27 de abril (domingo)
10h– FIM, Ensaio Sobre Fim de Partida, da Cia de Teatro Urgente.
Numa atmosfera distópica, em meio a uma pandemia, uma anciã cega e que não consegue se mover, está isolada, em contato apenas com sua criada. Um tempo em que tudo acabou, está acabando. Os calmantes, as palavras, as seringas, o oxigênio, os caixões...
É a primeira vez que uma atriz com deficiencia visual interpreta o personagem que é cego, sempre interpretado por atores videntes.
15h – Espetáculo Infantil João e Maria, da JC Produções, de Vitória.
Duas crianças que apreciam muito brincar, mas esquecem de algumas obrigações, saem de casa sem autorização para colher frutas em um bosque e desobedecem aos conselhos da mãe. Acabam encontrando um lugar mágico, onde mora a doce Griselda, uma doceira das melhores, e acabam ficando para um “lanchinho”. Uma história cheia de aventuras e com várias lições de respeito ao próximo e algumas decisões que podem gerar graves consequências. A história original traduzida para o português apresenta João e Maria em uma fábula da idade média transmitida pela oralidade e adaptada pelos irmãos Grimm, que ganha uma nova roupagem criada por Anderson Lima com um debate sobre temas atuais da nossa sociedade.
18h – A Lenda de Um Homem Sem Nome, do Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí.
A lenda de um homem sem nome, adaptado do conto A Pedra do Diabo, de Adelpho Poli Monjardim, faz parte das narrativas capixabas. É uma história da cultura do Espírito Santo, ambientada na região de Santo Antônio e Inhanguetá, em Vitória.
O espetáculo conta a história de um homem sem nome, um velho sovina e interesseiro que oculta um passado misterioso com forças sobrenaturais. Para ver a propriedade novamente bem e com dinheiro no bolso, o homem sem nome faz um pacto que pode custar a vida de Toninho, o seu filho. É Sebastião, o empregado da propriedade, quem pode mudar o rumo dessa história com ajuda de Santo Antônio. A peça é uma adaptação de uma lenda capixaba que traz música, humor, costumes, e resgate da oralidade do Estado.
20h – Era Solo Que Me Faltava, da Lacarta Circo Teatro, de Vitória.
O excêntrico Cachoeira apresenta seu show musical, mas nunca satisfeito com sua performance, resolve falar de sua experiência repleta de magia ao redor do mundo. Trata se do primeiro solo e espetáculo do Lacarta Circo Teatro, em constante construção desde 2013. Dirigido por Amora Gasparini.
O espetáculo destaca-se pela interação dinâmica entre o artista e a plateia, explorando o universo do palhaço excêntrico musical e proporcionando momentos de humor e reflexão ao público de todas as idades.
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